De fato, “o futuro não é mais como era antigamente”, como cantou a Legião Urbana. Nossos horizontes temporais estão sendo radicalmente transformados pelo frenesi contemporâneo que nos espreme entre o último tuíte e o próximo deadline: neste mundo imediatista, repleto de presenças evanescentes e famas que duram 15 segundos no Insta ou no TikTok, a
Publicado em: 29/04/22
O ANTROPOCENO ENTRA EM CENA: O CINEMA NA ÉPOCA GEOLÓGICA DOS HUMANOS, por Eduardo Carli de Moraes. Linha de pesquisa: Estética e Filosofia da Arte. BANCA EXAMINADORA: Juliana Fausto, Rodrigo Oliveira de Araújo, Filipe Lazzeri Vieira, Mateus Uchôa. Presidente/Orientadora: Carla Milani Damião. A Faculdade de Filosofia...
Publicado em: 25/05/26
Prof. Eduardo Carli relata experiência de ensino no ano letivo 2025 e a importância do questionamento filosófico audaz Saudações, terráqueos humanos aqui do planeta Terra. Eu sou Eduardo Carli, estou aqui na Casa de Vidro e hoje eu vim...
Publicado em: 12/03/26
INTRODUÇÃO – “Talvez as revoluções sejam o gesto da espécie humana (Menschengeschlecht) viajando nesse trem de puxar o freio de emergência” – Benjamin dispara esta imagem-do-pensamento em polêmica com Marx e sua afirmação das revoluções como locomotivas da história....
Publicado em: 11/02/26“Nada é mais difícil do que não nos iludirmos a nós próprios.” (…) “Nunca será grande quem se engana a respeito de si próprio: se lançar poeira aos seus próprios olhos.” (…) “A verdade pode apenas ser exposta por alguém que se sinta relativamente a ela como em sua casa; não por alguém que ainda
Publicado em: 01/07/10Há males que vem para o bem, dizem. Como se fossem males meramente aparentes, horrendos só na fachada, mas carregados de tesouros secretos. Como uma pessoa de rosto deformado, corcunda e mau-cheirosa, com bafo de onça, que ao primeiro contato nos causa repulsa, mas em quem encontramos um excelente coração e mil jóias de bondade
Publicado em: 23/04/10A CIVILIZAÇÃO NO BANCO DOS RÉUS– Breve passeio pelas idéias de Jean Jacques Rousseau – “Nós, civilizações, sabemos agora que somos mortais…”. É o que escreveu o poeta francês Paul Válery, ecoando a seu certo o pensamento de Rousseau (Contrato Social, Livro 1, XI): “Se Esparta e Roma pereceram, qual o Estado que pode esperar
Publicado em: 18/03/10A Casa de Vidro Ponto de Cultura e Centro de Mídia