CONFLUÊNCIAS – Festival de Artes Integradas, 4ª Edição: Trip, 23/6, com Chá de Gim, Distoppia, Tião Locomotiva e Veneno, Exposição fotográfica “Caminho do Cerrado”, Discotecagem cannábica

Vem aí a 4ª edição do Confluências: Festival de Artes Integradas, propiciando altas viagens sensoriais e estéticas através de shows, exposição fotográfica, discotecagem cannábica, poesias de autores goianos, livros e HQs à venda, dentre outras atrações.

O evento vai acontecer na Trip (Rua 115e, Setor Sul, Goiânia), no dia 23/06 (Sexta-feira), a partir das 20h, no mesmo dia da Marcha da Maconha – Goiânia 2017. Confira nosso cardápio cultural para a ocasião:

* Shows: Chá de Gim; Distoppia, Tião Locomotiva & Veneno, Laptop Ensemble (Eduardo Kolody & Eufrasio Prates) da BSBLOrk – Orquestra de Laptops de Brasília.

* Exposição fotográfica: O Caminho do Cerrado, de Mel Melissa Maurer, trabalho de cunho artístico e denunciativo sobre a devastação crescente do Cerrado na região da Chapada dos Veadeiros. Conheça: https://ocaminhodocerrado.blogspot.com.br/.

* Feirão de livros e HQs com preços imbatíveis da Livraria A Casa de Vidro.

* Discotecagem: Canções cannábicas, nacionais e internacionais, dos mais variados gêneros musicais, que tematizam e/ou simulam a expansão de percepção e as situações sociais propiciadas pelo consumo da cannabis sativa. Amostras / aperitivos: #1: Quique Neira & Alborosie#2: Bezerra da Silva; #3: Steppenwolf; #4: Amy Winehouse; continua em breve.

Uma produção A Casa de Vidro – Livraria e Produtora Cultural. Siga Confluências no FacebookPágina do evento.

E MAIS:
►Cervejas e drinks com diversidade e preços acessíveis
►Massas e outros rangos deliciosos com Lobato Massas Artesanais
►Jardim good vibes
►Pet Friendly
►Bazar com livros, CDs e discos de vinis selecionados
►Ambiente seguro
►Chegou de bike ganha 10% de desconto!

Local:
Trip Música e Artes – Rua 115-E (entrada) com a 115, Setor Sul.
#entranatrip #trip #tripmusicaeartes
Entrada: R$10

Arte do flyer: Annie Marques

P.S. Em 23 de Junho, há a culminação dos trabalhos do Coletivo Antiproibicionista MenteSativa, organizador da Marcha da Maconha, que promove também a Semana pela legalização – Mente Sativa – eventos de crucial relevância para o debate público e a conscientização cívica, plenamente apoiados pelo Conflu. Conflua também!


SAIBA MAIS / RELEASES


Despontando no cenário rocker de Goiânia, Tião Locomotiva & Veneno, uma dupla de blues-rock turbinado e intenso, tocará nesta Sexta (23/06) na Trip no Confluências #4 – Festival de Artes Integradas. É pra chaqualhar o esqueleto com o groove intenso dos caras! Confira o mais recente videoclipe ao vivo como aperitivo:


A Chá de Gim lançou recentemente a bela “Canção do Futuro”, novidade no repertório da banda e que integrará o segundo álbum de estúdio, o sucessor de “Comunhão” (Ouça: http://bit.ly/2rdpvQU). No Confluências #4 – Festival de Artes Integradas, vocês poderão curtir esta pérola ao vivo e a cores, além de outras maravilhas do cancioneiro da Chá como “Zé”, “Samba Verde” e “Cordeiro do Mundo”. Borá pra Trip na Sexta 23/06 pra apreciar este showzaço?

O quarteto  surgiu no cenário artístico goiano dos últimos anos como uma das mais saborosas novidades ao sintonizar MPB, samba-rock e muita lisergia com letras cheias de lirismo e contestação. A Chá despontou no radar daqueles que estão antenados ao cenário musical de Goiânia com a canção “Zé”, consagrada com o prêmio do júri e do público no Festival Juriti de Música e Poesia Encenada em 2014 [assista à performance: http://bit.ly/2gQJZMl].

Na ocasião, o júri contou com a presença de Jorge Mautner e sob o impulso da premiação a banda pôde gravar este seu vigoroso debut. Uma digna reportagem no Monkeybuzz esclarece um pouco da inserção da Chá de Gim – que sempre marca presença em festivais como Festival Vaca Amarela e Grito Rock – no cenário alternativo de “Goiânia Rock City”:

cha-0625-layzavasconcelos-4529

Festival Juriti de Música e Poesia Encenada 2014, uma produção da Matuto, durante a premiação do Chá de Gim por melhor música, segundo júri e público, com “Zé” – Fotografia: Layza Vasconcelos

cha-monkey-buzz
MONKEYBUZZ: “A rápida ascensão do grupo Chá de Gim deve-se puramente à cena efervescente de Goiânia. Já não é novidade para ninguém que a capital é um dos maiores expoentes brasileiros de revelações nos últimos anos. A sua cena musical é autosustentável e festivais como Bananada e Vaca Amarela são a porta de entrada para que artistas de outros estados possam entender o que parece ser mágico na cidade: o Rock’n’Roll. Nos últimos anos, inúmeros atos romperam o casulo e alcançaram projeção nacional, como Boogarins, Hellbenders, Black Drawing Chalks e Carne Doce, entre outros. No entanto, se cada um cria o Rock à sua maneira, o que parecia estar em evidência na região é a tal da Psicodelia – e é nesse quesito que esta nova banda Goiânia se encaixa perfeitamente.

Formada em 2014 por Diego Wander (vocal e percussão), Alexandre Ferreira (bateria), Bruno Brogio (baixo) e Caramuru Brandão (guitarra), o grupo surpreende pela rápida ascensão(…). Os singles e Samba Verde, no entanto, mostram que existe muita unidade por trás dos sons da banda e um futuro muito interessante pela frente. A mistura traz muito da música brasileira tradicional, como o Samba e o Forró, ao lado de Rock e Psicodelia – adereços que criam maior profundidade e impacto no som criado. (…) Auxiliada por acordes aéreos processados no atraso do delay e combinados a uma percussão marcante, a música torna-se um hit certeiro.” (Txt: Gabriel Rolim)

cha-de-gim-capa

Recentemente, a Chá também participou do IV Muvuca Festival, na Praça das Artes, e estivemos lá registrando a vibe no começo do show – sente a brisa do “Samba Verde”:

Relembre também a participação da Chá de Gim na primeira edição do Confluências.


O Distoppia, novidade no cenário do rock alternativo autoral com letras em português, é outra das atrações do Confluências #4. A banda já se apresentou em festivais como o Grito Rock (produção Fósforo Cultural) e já realizou show no Teatro do IFG – câmpus Goiânia. Confiram abaixo duas das canções da banda goianiense, “Morador” e “Alter Ego”:

Com o objetivo em dar vida às composições do vocalista Matheus Damasceno, a banda teve seu início com o intuito de participar de um Festival local (Bouga Fest) no ano de 2013, onde a mesma foi finalista.

Após essa experiência, a banda passou a permear a cena local da cidade e no ano de 2015 lançou duas singles de estréia. Através de amigos de faculdade e da cena musical, a banda passou a contar com uma formação fixa com Matheus Damasceno (vocais e violão), Pedro Guilherme(guitarra), Muryllo Pacheco (bateria), Emerson Fagundes (contrabaixo) e Matheus Guerra – Guitarrista (guitarra).

Desde então, com uma relação de amizade entre os músicos, a sonoridade passou a ser mais solta e a banda passou a se apresentar com mais frequência na cena local, com apresentações significativas no Grito Rock Goiânia (uma produçãoFósforo Cultural) e no Teatro do Instituto Federal de Goiás (IFG) – oficial – câmpus Goiânia.

Distoppia é distinguida pelas influências individuais de seus integrantes que ao se juntarem acabaram criando um belo mosaico sonoro. A intenção da banda é criar uma paisagem auditiva de modo a promover certa transcendência com o ouvinte à medida que ela é somada a poesia de suas canções.

O ano de 2017, marca a estreia do primeiro álbum em estúdio da banda, que além de contar com faixas inéditas, também terá uma regravação da Single ‘Morador”. O álbum esse que será divulgado junto a uma turnê por terras Portuguesas com o selo da Music For All.


O Caminho do Cerrado, impressionante projeto fotográfico de Mel Melissa Maurer, estará em exposição durante o Confluências #4 – Festival de Artes Integradas. Em parceria com a artista, selecionamos 15 das fotografias mais significativas deste projeto e elas irão decorar o ambiente e instigar a reflexão no evento. No vídeo abaixo, confira o making off da primeira etapa desta empreitada artística que tematiza e denuncia a devastação crescente do Cerrado, gerada principalmente pelo agronegócio.

As fotos, protagonizadas por uma modelo que vesta apenas botas e máscara anti-gás, propiciam alertas sobre a aproximação e extensão dessas atividades do agronegócio devastatório por todo o percurso entre Brasília e a Chapada dos Veadeiros. As imagens fazem com que um novo olhar se abra sobre o caminho que o Cerrado, considerado a savana com maior biodiversidade do planeta, e a região da Chapada dos Veadeiros (Patrimônio Natural da Humanidade – UNESCO), vem enfrentando.

A trilha sonora do vídeo é a canção “Não Dá Mais”, de MC Vacy, MC Pato Roco, com participação de Rafael Nunes.

Observe – Reflita – Curta – Compartilhe!
www.facebook.com/ocaminhodocerrado

Assista:



No Confluências #4 – Festival de Artes Integradas, teremos também Eufrasio Prates e Eduardo Kolody mostrando um pouco do trabalho da BSBLOrk – Orquestra de Laptops de BrasíliaLeia a matéria:

“Tecnologia alinhada à natureza, o Coletivo BSBLOrk utiliza inovação para criar música eletrônica experimental. Criado em 2012, na Universidade de Brasília, o grupo é formado por nove integrantes, entre ex-alunos e professores da UnB. Misto de arte, física e filosofia, a Orquestra de Laptops funciona com um software que transforma os movimentos em frente à webcam em som.

A inovação é resultado de muito estudo. Fruto do doutorado do maestro Eufrasio Prates, o software Holofractal Music é capaz de traduzir as distancias e velocidades dos movimento em frequências sonoras. Cada computador é ligado em uma hemisfera, caixa com vários alto-falantes em 360°. “A pessoa deve ouvir o seu próprio som e estar em harmonia com o do outro”, explica o estudioso. A ideia surgiu a partir de um simpósio de laptops em Louisiana (EUA), em 2012. A Orquestra foi lançada no evento Tubo de Ensaios, da Universidade de Brasília.

São sons da natureza, da vida cotidiana e de outros instrumentos que juntos entram em harmonia para criar algo totalmente novo. O suporte tecnológico utiliza os princípios da física, matemática e da música. “Para tocar um instrumento comum a pessoa precisa estudar, mas tirar som deste exige muito mais conhecimento”, comenta Eufrasio. – LEIA NA ÍNTEGRA



Siga Confluências no FacebookPágina do evento.

Anúncios

Trip apresenta Joe Silhueta (DF) e Clube dos Bagres (SP) na noite “Miniestéreo da Contracultura” (09/03, a partir das 20h)

Trip apresenta:
Noite Miniestéreo da Contracultura
Shows com: Joe Silhueta (Guilherme Cobelo)
e Clube Dos Bagres (Bruno Morabati)

Rua 115-e, Setor Sul, Goiânia
09 de Março, $10 de entrada, long-neck $7

Livros A Casa de Vidro na área!
Rango saboroso com Lobato Massas Artesanais!

Página do evento: https://www.facebook.com/events/145135309340456/


Saiba mais: Joe Silhueta é a alcunha musical do compositor brasiliense Guilherme Cobelo. Destaque do cenário musical de Brasília, Joe Silhueta mescla referências do rock e do folk norte-americano com a música nordestina de nomes como Elomar, Zé Ramalho e Alceu Valença. Com a banda Korina, lançou em 2009 o EP Todo Mundo Viver Reclamando da Minha Falta de Assunto. Em 2016, deu início à sua carreira solo lançando o EP Dylanescas. Produzido pelo produtor brasiliense Kelton, o disco contém cinco canções inéditas de Cobelo, com sonoridade acústica e arranjos minimalistas. Em fevereiro de 2017 lançou o EP Ritos do Leito, produzido por Kelton Gomes e Gustavo Halfeld, com arranjos mais volumosos baseados na banda que se formou para as apresentações ao vivo. Ao longo do ano de 2016, tocou em palcos importantes da cidade, como Festival Satélite 061, Festival Porão do Rock, Festival Móveis Convida, Festival Porão do Rock e Festival Picnik. Foi indicado pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) na categoria Artista revelação. Atualmente, se prepara para circular com o novo EP e produzir as canções que formarão o álbum Nas trilhas do sol, a ser lançado ainda em 2017.

ESCUTE E EXPLORE:

https://soundcloud.com/joesilhueta
https://www.youtube.com/joesilhueta
https://www.facebook.com/ojoesilhueta


O Clube dos Bagres é um trio envolvente de Franca-SP. Em 2012 o Clube lançou o EP “Histórias mal contadas em quase-canções” e está com seu primeiro disco no forno. Nesse tempo, apresentou-se ao lado de grandes influências como Alceu Valência, Otto, Porcas Borboletas, Rafael Castro, e em festivais e mostras com destaque e relevância nacional. As apresentações costumam ser recheadas de suor e atrito entre os presentes, coisa que se desfigura no formato voz e violão. O elemento surpresa está preparado para o show. Aguardem.


MINIESTÉREO DA CONTRACULTURA?!?

Conheça o catálogo do Miniestéreo da Contracultura, excelente selo virtual que disponibiliza música independente brasileira, de alta qualidade, para download gratuito. Acesse o site oficial: http://miniestereo.org/. Saiba mais no post d’ A Gambiarra: http://bit.ly/1TOsxlj.

“Nosso intuito é agregar diferentes linguagens da música “não-comercial” em uma corrente contínua de colaboração nos processos de produção musical, como um laboratório de novas idéias onde todos os participantes aprendam uns com os outros, somando aos produtos finais diferentes níveis de experiências para o enriquecimento mútuo.

Esperamos dialogar com diferentes posicionamentos estéticos-musicais, visando construir um acervo de materiais  originais, novos, audaciosos e criativos, com o propósito de unir em uma só comunidade artistas dos mais variados seguimentos, e que juntos constroem espaços democráticos de diálogo com o público, focado em lançamentos virtuais gratuitos.” – Site oficial M.d.C.

Artistas participantes: Gustavito (Gustavo Gustavito Amaral), Joe Silhueta (Guilherme Cobelo), Protofonia, LG Lopes, Orquestra Abstrata, Mersault e a Máquina de Escrever, Barra Funda Fighters, Marcos Braccini, Forró Red Light, dentre outros.


Entra na Trip! Venha conhecer a nova morada da cultura em efervescência aqui em Goiânia.

PROGRAMAÇÃO – Março de 2017

Quinta, 09/03
Noite Miniestéreo da Contracultura
Com Joe Silhueta e Clube Dos Bagres
Evento: https://www.facebook.com/events/145135309340456/

Sexta, 10/03
Noite das Minas com DJs Bárbara Novais, Gabs Reiscal, Thais Oliveira

Sábado, 11/03
DJs Daniel de Melo, Alan Honorato, Bruno Vieira Batista em “Baile Funk do Neguim”

Quinta, 16/03
Banda Mal Necessário toca Secos e Molhados

Sexta, 17/03
Show com Diego De Moraes / Diego Mascate

Sábado, 18/03
Afrikaliente com Vida Seca
DJs Igor Zargov e Bruno Caveira

Chega mais!

100 DISCOS BACANAS DA MÚSICA BRASILEIRA NO SÉCULO 21 – Ouça todos na íntegra: Criolo, Pitty, Emicida, Planet Hemp, Nação Zumbi, Lenine, Tom Zé, Elza Soares, Boogarins etc.

Subam o volume, abram os tímpanos e façam recurso aos expansores de consciência prediletos! Eis aqui um banquete musical farto e diverso que serve como um passeio turístico pela produção musicográfica no Brasil de 2000 pra cá. Os mais de 100 álbuns completos aqui reunidos pretendem ofertar portais de entrada para alguns dos mais significativos e expressivos álbuns gravados desde que o atual século raiou e a lista inteira pode ser acessada também em nossa playlist no Youtube (shortlink: http://bit.ly/1Z9c2Ef). A imagem que ilustra o post (acima) é uma obra do estúdio de ilustração goiano Bicicleta Sem Freio.

Voilà alguns dos artistas que vale a pena acompanhar no cenário musical brazuca contemporâneo: Criolo; Emicida; Pitty; Planet Hemp; Elza Soares; Los Hermanos; Siba; Lenine; Juçara Marçal e Metá Metá; Céu; Curumin; Apanhador Só; Karina Buhr; Móveis Coloniais de Acaju; Vivendo do Ócio; Cidadão Instigado; Tom Zé;  etc.

OBS: Algumas ausências importantes deste listão devem-se simplesmente à indisponibilidade atual do álbum no Youtube: é o caso, por exemplo, de obras excelentes – que esperamos poder adicionar à lista em breve – como: ModeHuman do Far From AlaskaCorpura, do Aláfia; A Dança da Canção Incerta, da Pó de Ser; a estréia do Carne Docedo Hellbenders, do Overfuzz; além dos discos de Mariana Aydar, Ceumar, Luiz Tatit etc.

(P.S. – Vocês podem sugerir álbuns ausentes desta playlist pelos comentários ou via msg de Facebook! Compartilhe no FB e no Tumblr.)

criolo

CRIOLO – “Convoque Seu Buda”


CRIOLO – “Nó Na Orelha”


PAULO CÉSAR PINHEIRO, “Capoeira de Besouro”


SABOTAGE – “Rap É Compromisso”


EMICIDA – “O Glorioso Retorno…”


CÍCERO – “Canções de Apartamento”


NAÇÃO ZUMBI – “Fome de Tudo”


PLANET HEMP – “A Invasão do Sagaz Homem Fumaça”


B NEGÃO – “Sintoniza Lá”


ELZA SOARES – “A Mulher Do Fim Do Mundo”


CÉU – “Vagarosa”


RODRIGO AMARANTE – “Cavalo”


TULIPA RUIZ – “Efêmera”


JUÇARA MARÇAL – “Encarnado”


JUÇARA MARÇAL E KIKO DINUCCI – “Padê”


RACIONAIS MCS – “Nada Como Um Dia”


CÉU – “Catch a Fire” (Live)


LITTLE JOY


B NEGÃO – “Enxugando Gelo”


RUSSO PASSAPUSSO – “Paraíso da Miragem”


PITTY – “Anacrônico”


PITTY – “Sete Vidas”


PITTY, “Admirável Chip Novo”


NÔMADE ORQUESTRA


KAMAU – “Non Ducor Duco”


CURUMIN – “Japan Pop Show”


BOOGARINS – “Manual”


BOOGARINS – “Plantas Que Curam”


KARINA BUHR – “Eu Menti Pra Você”


B NEGÃO – “Transmutação”


O TERNO (2014)


MÓVEIS COLONIAIS DE ACAJU (2005)


AVA ROCHA – Ava Patrya Yndia Yracema (2015)


MACUMBIA – Carne Latina


TÁSSIA REIS


ACADEMIA DA BERLINDA (2007)


MACACO BONG – “Artista Igual Pedreiro”


ANELIS ASSUMPÇÃO E OS AMIGOS IMAGINÁRIOS


DINGO BELLS – “Maravilhas da Vida Moderna”


VIVENDO DO ÓCIO – “O Pensamento É Um Ímã”


BAIANA SYSTEM – “Duas Cidades”


CIDADÃO INSTIGADO – “Fortaleza”


CIDADÃO INSTIGADO E O MÉTODO TUFO DE EXPERIÊNCIAS


TOM ZÉ – “Vira Lata na Via Láctea”


ELO DA CORRENTE – “Cruz”


ÑANDE REKO ARANDU – Memória Viva Guarani  (2000)


ESTRILINSKI E OS PAULERA – “Leminskanções”


NOÇÃO DE NADA – “Sem Gelo” (2006)


MOMBOJÓ – “Nada de Novo” (2004)


FINO COLETIVO (2007)


PITTY – “Ciaroescuro”


MATEUS ALELUIA – “Cinco Sentidos” (2010)


LOS HERMANOS – “Ventura” (2003)


ABAYOMY AFROBEAT ORCHESTRA – “Abra Sua Cabeça”


SIBA – “Avante”


SIBA E A FULORESTA – “Toda vez que eu dou um passo o mundo sai do lugar” (2007)


MUNDO LIVRE S/A – O outro mundo de Manuela Rosário (2004)


NÁ OZZETTI E ZÉ MIGUEL WISNIK – Ná e Zé (2015)


CAETANO VELOSO – Cê (2006)


HURTMOLD – Mestro


INSTITUTO – Coleção Nacional


CORDEL DO FOGO ENCANTADO


RODRIGO CAMPOS – “Conversas com Toshiro”


DUDA BRACK – “É”


CURUMIN – “Achados e Perdidos” (2005)


LUISA E OS ALQUIMISTAS – “Cobra Coral”  (2016)


A TROÇA HARMÔNICA (2015)


MAHMED – Sobre a Vida em Comunidade


LETUCE – Estilhaça


FILARMÔNICA DE PASÁRGADA – “O Hábito da Força” (2013)


LENINE – “Chão” (2011)


LENINE – “Labiata” (2008)


MUÑOZ – “Nebula” (2014)


JARDS MACALÉ – “Amor, Ordem e Progresso”


OTTO – “Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos” (2009)


TOM ZÉ – “Jogos de Armar”


SARA NÃO TEM NOME – “Ômega III”


FORGOTTEN BOYS – “Stand by the DANCE”


GUSTAVITO – “Só o Amor Constrói”


BLUBELL – “Eu sou do Tempo…”


THALMA E GADELHA – “Mira”


NOÇÃO DE NADA – “Trajes e Comportamentos”


MUNDO LIVRE S/A vs NAÇÃO ZUMBI


ZULUMBI (2014)


IAN RAMIL – Derivacilização (2014)


CAMARONES ORQUESTRA GUITARRÍSTICA – Rytmus Alucynantis


CAMARONES ORQUESTRA GUITARRÍSTICA – Espionagem…


ABAYOMY (2012)


LOS HERMANOS – “Bloco do Eu Sozinho”


VOLVER – “Acima da Chuva”


ORQUESTRA IMPERIAL – “Carnaval Só Ano Que Vem”


SUPERCORDAS – “Terceira Terra” (2015)


CÉREBRO ELETRÔNICO – “Pareço Moderno”


PATA DE ELEFANTE – “Um Olho no Fósforo…”


GUIZADO – “Calavera”


SIBA E A FULORESTA – “Fuloresta do Samba”


LURDEZ DA LUZ – Ep


RED BOOTS – “Touch the Void”


SUBA – SP Confessions


DIEGO E O SINDICATO – “Parte de Nós”


DIEGO MASCATE


APANHADOR SÓ


APANHADOR SÓ – “Antes Que Tu Conte Outra”


BIXIGA 70 III (2015)


BIXIGA 70 (2013)


HELLBENDERS – “Peyote”


BERIMBROWN (2000)


RENATA ROSA, “Zunido da Mata” (2012)


RENATA ROSA, “Encantações” (2015)


SERENA ASSUMPÇÃO, “Ascensão” (2016)


METÁ METÁ – “MM3” (2016)


METÁ METÁ (2011)


JULIANO GAUCHE – “Nas Estâncias de Dzyan” (2016)


JULIANO GAUCHE (2013)


THE BAGGIOS – Brutown (2016)


Abayomy Afrobeat Orquestra

Abayomy Afrobeat Orquestra

RIOT GIRLS & GRUNGY CHICKS [25 CLIPES NA CYBERJUKEBOX]

K Hanna

Sleater-Kinney – “You’re No Rock’n’roll Fun”

The Breeders – “Cannonball”

Garbage – “I Think I’m Paranoid”

The Kills – “The Heart Is A Beating Drum” (AO VIVO)

The Distillers – “The Young Crazed Peeling”

Hole – “Malibu”

Veruca Salt – “Seether”

The Gits – “Another Shot Of Whiskey”

Bikini Kill – “Rebel Girl”

Babes In Toyland – “Bruise Violet”

L7

L7

L7 – “Pretend We’re Dead”

Joan Jett, “I Love Rock’n’Roll”

Wild Flag – “Romance”

Elastica – “Connection”

Lunachicks, “Light as a Feather”

Huggy Bear, “Fuck Your Heart”

Bratmobile – “Cool Schmool”

Team Dresch – “Personal Best” LP

Patti Smith – “25th Floor / High on Rebellion”

Björk – “Declare Independence”

Garbage

Garbage – “Only Happy When It Rains”

Brody Dalle & Shirley Mason – “Girl Talk”

PJ Harvey – “Good Fortune”

X-Ray Spex – “Identity”

Siga viagem: The Guardian – Top 10 Riot-Grrrl Albums

K Hanna 2

“Riot grrrl is a raw, incendiary brand of feminist punk that emerged from the early-’90s indie-rock scene and sparked a subculture that lasted well after the initial movement began to fade. Riot grrrl was a blend of personal catharsis and political activism, though most of the attention it drew was due to the latter. Many (but not all) riot grrrl lyrics addressed gender-related issues — rape, domestic abuse, sexuality (including lesbianism), male dominance of the social hierarchy, female empowerment — from a radical, militant point of view.

The similarly confrontational music favored raging, willfully amateurish blasts of noise, with only a rudimentary sense of melody or instrumental technique. Riot grrrl’s abrasiveness served several purposes: it ensured that the anti-corporate music would never achieve alternative rock’s crossover success (the label that released the highest percentage of riot grrrl records was called Kill Rock Stars); it defied stereotypes of women (and female musicians) as meek, overly sensitive, and lovelorn; and it found a powerful expressive tool in noise.

To most riot grrrl bands, the simple act of picking up a guitar and bashing out a screeching racket was not only fun, but an act of liberation. To outsiders, the musical merits of riot grrrl could be highly variable, but to fans, what the movement represented was arguably even more important than the music.

The riot grrrl movement was mostly centered in the Seattle/Olympia, Washington area; several exceptions included England’s Huggy Bear, as well as several grungier groups like Babes in Toyland and L7, who fit the spirit of the style but were more tangentially related to its ideology. It was mostly rooted in punk’s DIY ethos and tradition of protest, but in terms of direct inspirations, Joan Jett was lionized in many quarters of the movement for her simple, punky hard rock, confident sexuality, and independent business sense.

Riot grrrl’s emergence coincided with an explosion of female talent in other wings of alternative rock, and the term was frequently misapplied in media accounts of the phenomenon, which incorrectly labeled more accessible alt-rockers like Hole and PJ Harvey as riot grrrls. True riot grrrl bands — Bratmobile, 7 Year Bitch, the queercore outfit Team Dresch, and the center of the riot grrrl universe, Kathleen Hanna’s Bikini Kill — never even approached popular acceptance.

Since most bands weren’t very prolific, the movement’s initial flash of enthusiasm faded after a few years, but it continued to enjoy a lasting impact in indie culture, where the original bands helped inspire countless feminist zines and were still looked up to as icons and role models. Kathleen Hanna continued to record with several different projects, and scene veterans Sleater-Kinney became critically revered indie stars several years later, thanks to their ability to blend riot grrrl’s passion and ideals with hookier songs and intricate instrumental technique.” AMG All Music Guide

* * * * *

ÁLBUNS COMPLETOS:





Malkmus & The Jicks – ao vivo em Toronto (resenha + vídeo)

3

STEPHEN MALKMUS AND THE JICKS
Live at Lee’s Palace (Toronto)
February 22, 2014

Review by Eduardo Carli de Moraes

It was a chilling night of this long Canadian winter, and Toronto’s streets were all covered with slippery layers of ice and mountains of snow. Radiohead’s words occured to me – “You watch your feet for cracks in the pavement”, sings Thom Yorke in OK Computer’s “Subterranean Homesick Alien” – as I went to my encounter with Mr. Malkmus trying not to kiss the floor. The harshness of the weather outside wasn’t exactly inviting an adventure outdoors, but after shielding myself behind some heavy coats, I headed for the concert with some Pavement’s pet sounds, playing loud on the earphones, as a warm-up. And there I went, trembling with the chilling winds as well as with an youthful excitement I usually nickname “the teenage kicks” (after the Undertones punk hit). After all, I was about to witness, in my first ever experience at Lee’s Palace (the Torontonian CBGB’s?), a living legend of North American indie-rock – who happens to be, also, a very sharp stand-up comedian.

I deem Mr Malkmus to be one of those artists who are homo ludens incarnate (Johan Huizinga would’ve liked him, I guess). The lead singer for alternative rock legendary band Pavement, who has been fronting The Jicks and has already recorded 6 studio albums with his new group, certainly was in high spirits in this particular evening. His troupe of Jicks seemed equally at ease. At one point, Mr. Malkmus thanked Canada, the brother-country at the North, for some of its greatest contributions to mankind: Neil Young, Sloan and Moosehead Beer. At another point, bass-player Joanna Bolme went to the mic to share with the audience her loneliness: she felt the house was packed with guys and called out for the girls in the house to make a little noise; Malkmus consoled his bandmate’s made-up blues: “Well, we’re all girls in indie rock…”. On stage, Malkmus and The Jicks seemed simultaneously excited and cool – they seemed quite happy to be there, playing and joking, and went through their set doing it like the Sonics recommended: “Maintaining My Cool”.

The band sounded great: some loud guitars reminiscent of Dinosaur Jr. and Built to Spill attacked us from the speakers throughout the show, but The Jicks also explored some gentler tunes that evoke comparisons to the Velvet Underground, Half Japanese, or even Elvis Costello. Malkmus’ singing, filled with wordplays and verbal games, are a trademark since the Pavement’s days and still sound quite charming, despite the fact that its meanings are, to me, very frequently felt as pure nonsense. Like a Dadaist poet who listened to much Lou Reed – or some extravagant stuff similar to that. He also sometimes sounds like a white boy trying to rap (the sort of stuff Beck Hansen used to do really well back in Odelay era). To sum things you: this was a great live musical experience for me, an admirer of Pavement’s music (but somewhat negligent follower of Malkmus’ The Jicks).   The concert has revived in he the conviction that Pavement was truly one of the greatest American indie-rock bands of the 90s – especially due to the benchmarks Slanted & Enchanted, Crooked Rain and Wowee Zowee (but Brighten The Corners and Terror Twilight are also very interesting and listenable records; more than that: they’re quite lovely and lovable).

I hope I’ll get a chance to see many more concerts as good as this one was during my time in Toronto, and I certainly have already fallen somewhat in love with that neighbourhood, at Bloor Street, one of my favorite places in town: it’s filled my great bookstores with truly accesible prices (like BMV, City Books, and many others), it has hempshops filled with goods for potheads (from clothes made of hemp fibre to vaporizers, grinders and other devices), and it has stunning street musicians that scream out their lungs in front of Dollaramas while reviving Nuggets psychedelic gems. As a souvenir of this chilly Canadian night where I found so much human warmth in these musicians, I leave you with a video filmed there at Lee’s Palace, as I witnessed for the first time, in flesh-and-bone, doing their thing on a stage in front of a howling and cheering audience… Stephen Malkmus & The Jicks:

You might also like:

Pavement, “Crooked Rain, Crooked Rain” (1994) – Completo e com 12 faixas bônus (ouça on-line)

pavement1

PAVEMENT

“Crooked Rain, Crooked Rain” (1994)

Review by Stephen Thomas Erlewine:

It may be a bit reductive to call Crooked Rain, Crooked Rain the Reckoning to Slanted & Enchanted‘s Murmur — not to mention easy, considering that Pavement recorded a song-long tribute to R.E.M.‘s second album during the Crooked Rain sessions — but there’s a certain truth in that statement all the same. Slanted & Enchanted is an enigmatic masterpiece, retaining its mystique after countless spins, but Crooked Rain strips away the hiss and fog of S&E, removing some of Pavement’s mystery yet retaining their fractured sound and spirit. It’s filled with loose ends and ragged transitions, but compared to the fuzzy, dense SlantedCrooked Rain is direct and immediately engaging — it puts the band’s casual melodicism, sprawling squalls of feedback, disheveled country-rock, and Stephen Malkmus‘ deft wordplay in sharp relief.

It’s the sound of a band discovering its own voice as a band, which is only appropriate because up until Crooked Rain, Pavement was more of a recording project between Malkmus and Scott Kannbergthan than a full-fledged rock & roll group. During the supporting tour for Slanted, Malkmus and Kannberg recruited bassist Mark Ibold and percussionist Bob Nastanovich, and original drummer Gary Young was replaced by Steve West early into the recording for this album, and the new blood gives the band a different feel, even if the aesthetic hasn’t changed much. The full band gives the music a richer, warmer vibe that’s as apparent on the rampaging, noise-ravaged “Unfair” as it is on the breezy, sun-kissed country-rock of “Range Life” or its weary, late-night counterpart, “Heaven Is a Truck.”

Pavement may still be messy, but it’s a meaningful, musical messiness from the performance to the production: listen to how “Silence Kit” begins by falling into place with its layers of fuzz guitars, wah wahs, cowbells, thumping bass, and drum fills, how what initially seems random gives way into a lush Californian pop song. That’s Crooked Rain a nutshell — what initially seems chaotic has purpose, leading listeners into the bittersweet heart and impish humor at the core of the album. Many bands attempted to replicate the sound or the vibe of Crooked Rain, Crooked Rain, but they never came close to the quicksilver shifts in music and emotion that give this album such lasting appeal. Here, Pavement follow the heartbroken ballad “Stop Breathin'” with the wry, hooky alt-rock hit “Cut Your Hair” without missing a beat. They throw out a jazzy Dave Brubeck tribute in “5-4=Unity” as easily as they mimic the Fall and mock the Happy Mondays on “Hit the Plane Down.” By drawing on so many different influences, Pavement discovered its own distinctive voice as a band on Crooked Rain, Crooked Rain, creating a vibrant, dynamic, emotionally resonant album that stands as a touchstone of underground rock in the ’90s and one of the great albums of its decade.

Shared above it’s CD-01 from “Crooked Rain, Crooked Rain: LA’s Desert Origins”, and it contains the following material:

Crooked Rain, Crooked Rain
1. “Silence Kit” — 3:00
2. “Elevate Me Later” — 2:51
3. “Stop Breathin'” — 4:27
4. “Cut Your Hair” — 3:06
5. “Newark Wilder” — 3:53
6. “Unfair” — 2:33
7. “Gold Soundz” — 2:39
8. “5 – 4 = Unity” — 2:09
9. “Range Life” — 4:54
10. “Heaven Is a Truck” — 2:30
11. “Hit the Plane Down” — 3:36
12. “Fillmore Jive” — 6:38

“Cut Your Hair” single
13. “Camera” — 3:45 (R.E.M. Cover)
14. “Stare” — 2:51

“Range Life” single
15. “Raft” — 3:34
16. “Coolin’ by Sound” — 2:50

“Gold Soundz” single
17. “Kneeling Bus” — 1:33
18. “Strings of Nashville” — 3:46
19. “Exit Theory” — 1:00

Gold Soundz Austral-N.Z. French Micronesia 94 Tour EP
20. “5 – 4 Vocal” — 2:08

Crooked Rain, Crooked Rain bonus 7″
21. “Jam Kids” — 4:54
22. “Haunt You Down” — 4:51

No Alternative compilation
23. “Unseen Power of the Picket Fence” — 3:51

Hey Drag City! compilation
24. “Nail Clinic” — 2:25

* * * * *

Adeus a Lou Reed (1942-2013)

lou 2 lou reed lou
R.I.P. LOU REED
(2 de Março de 1942 – 27 de outubro de 2013)
 
Morreu hoje (27/10;2013), aos 71 anos de idade, o ícone Lou Reed (que faz companhia, na foto acima, a seus “trutas” David Bowie e Iggy Pop), um dos grandes poetas do rock and roll e uma das vozes mais singulares da música alternativa das últimas décadas. Leia o necrológio da Rolling Stone gringa [http://rol.st/1g51ym2] e aproveite para relembrar alguns dos álbuns mais importantes de sua carreira-solo e com o Velvet Underground. Descanse em paz, Lou, enquanto nós seguimos embarcando em suas criações e curtindo caminhadas pelo lado selvagem
* * * * *

SOLO

VELVET UNDERGROUND

COMPARTILHE