só se sabe que são coisas que são







Tô numa onda de assistir Life e Human Planet, séries natureba e alta-produça da BBC britânica e que são repletas de imagens bonitas de estontear. A pátria nativa de Charles Darwin (e Richard Dawkins) parece bem mais… evoluída do que outras culturas, ainda presas a caduquices teológicas/supersticiosas/criacionistas, no sentido de divulgar massivamente, utilizando os meios cinematográficos e fotográficos de ultimíssima geração, as evidências às toneladas que corroboram como verdades o cerne do evolucionismo. Acima, uma pequena seletinha de screenshots das séries, tão competentes em pintar um mosaico da complexidade e diversidade febricitantes da vida: paisagens, flores, jellyfishs, estrelas-do-mar, ocelots, abelhas mamando néctar em girassóis, macacaquinhos… e gente. Tudo junto e misturado como é nisto que é. São imagens que, dentre muitas outras, me fascinam, me deixam boquiaberto ou me despertam o lado bucólico-idílico-kitsch. Mas que, sobretudo, chamam a atenção para o quão estarrecedor e infinitamente complexo é o processo de Evolução das Espécies [by the means of natural selection…], que como uma clareza completa revela-se não como uma mera teoria, mas uma força concreta, uma realidade natural, em ação há centenas de milhões de anos, e do qual somos apenas um dentre milhões de outros resultados.