VERTENTES ARTÍSTICAS EM CONFLUÊNCIAS: A Casa de Vidro Ponto de Cultura promoveu, em sua inauguração, a 6ª edição do festival Confluências

O Ponto de Cultura A Casa de Vidro, localizado no Setor Universitário de Goiânia, promoveu sua inauguração oficial em Agosto de 2019. Realizamos, como evento inaugural, a 6ª edição do Confluências: Festival de Artes Integradas, que rolou em 31/08/19 em um dia de atividades que pôs as vertentes artísticas e as resistências políticas pra confluir. Assista abaixo o documentário curta-metragem que agrega um pouco da trajetória do “Conflu” nas suas 5 primeiras edições, e na sequência aprecie um pouco dos rastros e ecos deste sexto rolê:


CONFLUÊNCIAS #6

Houve a inauguração do mural na frente da casa com a obra “Guerrilha” de Diogo Rustoff (que também assina o cartaz do evento). A obra nasce dos bate-papos entre o produtor cultural (Edu Carli) e o grafiteiro Rustoff em que matutaram sobre a melhor representação gráfica da ideia de Artes Integradas em uma época como a nossa, em que vem triunfando o obscurantismo neofascista. No mural, quatro figuras, duas masculinas e duas femininas, empunham suas “armas” que atiram belezas e não balas: os livros, as câmeras, os violões, as tintas etc.

No grafite, atentem para um detalhe: o folk antifascista marca presença em uma das figuras do mural pois no Batalhão Cultural o artista Rustoff evocou o emblemático “This Machine Kills Fascists”, lema inscrito no violão do lendário Woody Guthrie, cantor e compositor que inspirou lendas da música politizada como Bob Dylan, Joe Strummer, Rage Against The Machine, dentre outros.

Rolou também a discotecagem temática “Tropicalismo Ontem e Hoje”, intercalando sonoridades tropicalientes do passado e do presente em seleção de Eduardo Carli de Moraes; escute os sons na nossa playlist do Spotify:

Houve também o lançamento do curta-metragem: “A Arte de (R)Existir” – Transexualidade em Goiânia, com projeção seguida de debate com as realizadoras: Daniela Alpa, Dani Bettini, Lays Vieira, seguido por bate-papo sobre o livro “Por Que Não Me Sinto Segura Dentro Da Minha Própria Casa? – A Chacina do Solar Bougainville”. Lançado em 2019, o livro foi apresentado por sua autora Maria Ramos e pelas ativistas do grupo Mães Pela Paz, além de participações do deputado Mauro Rubem e da representante do Comitê de Direitos Humanos Dom Tomás Balduíno, Angela Cristina Ferreira.

Para fechar a noite, tivemos shows com importantes figuras da música autoral alternativa do cenário goianiense: o quinteto Cabaré Lúdico (vulgo Cabi Ludus) e o cantor-compositor Rheuter (acompanhado por Fernanda e Pabli). Confira a cobertura:

FOTOGRAFIA – Por Ana Maria Maia || Perpettuart


NO ESTÚDIO CONFLUÊNCIAS… ENSAIO DOS CABI LUDUS:

VÍDEOS AO VIVO

Caliente show da banda Cabaré Lúdico (vulgo Cabi Ludus); neste vídeo, confira trechos da canção autoral “Galinha Papelada” e também da cover de “Bogotá” do Criolo. A banda é composta por Ênio (guitarra e voz), Akira (percussão e voz), Levi (baixo), Guilherme (trompete) e Rafael (guitarra). Filmagem e montagem por Eduardo Carli de Moraes. Goiânia, 31/08/2019.

VEJA TAMBÉM:

Rheuter interpreta “Nó Cego”, canção que lhe consagrou como campeão do 5º Juriti – Festival de Música e Poesia Encenada:

Festival Bananada 2016 divulga programação completa – Dentre as atrações: Planet Hemp, Jorge Ben, Siba, Silva, Juçara Marçal, Autoramas, Ogi, Sara Não Tem Nome (e muito mais)

 Festival Bananada 2016

Goiânia – De 09 e 15 de Maio

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“Considerado um dos festivais mais importantes de todo o País, o Bananada chega à sua 18ª edição e coloca Goiânia mais uma vez no roteiro dos grandes festivais de música do Brasil. De 9 a 15 de maio, 75 atrações invadem os dois super palcos montados no Centro Cultural Oscar Niemeyer (representado acima com o graffiti do Bicicleta Sem Freio, realizado na edição 2015), além de shows em casas noturnas e teatros de Goiânia.

Produzido pela A Construtora Música e Cultura, o festival tem patrocínio da Skol, e integra-se à plataforma Skol Music. Com uma programação pautada pela diversidade musical, o Bananada abre um leque de atrações de música contemporânea. Sons que vêm de vários cantos do mundo e se unem em Goiânia, para mostrar a quantas andas a música feita pelo planeta.

O festival continua viajando pelas artes integradas e, além das dezenas de shows, se junta às artes visuais, gastronomia, tatuagens, skate e produções audiovisuais. Com isso, o Bananada 2016 movimenta toda Goiânia durante os sete dias contínuos de evento.

Entre os mais diversos tipos de sons que se encontram este ano no Bananada, artistas e bandas como Planet Hemp, Jorge Ben Jor, Carne Doce, DJs Mau Mau, Anderson Noise e Renato Cohen, nomes bacanas que vêm ocupando espaços na música brasileira como Liniker, Silva, Juçara Marçal, Felipe Cordeiro, Sara Não Tem Nome, Thiago Petit, Ogi, e bandas, muitas bandas como Hellbenders, Yonatan Gat, Autoramas, Helio Sequence, Aldo The Band e Mahmundi.

Ou seja, tem de tudo, para todos os gostos musicais. Na verdade, o que o Bananada se propõe fazer é criar um espaço de circulação das muitas linguagens da música pelo mundo. Essas linguagens fazem de Goiânia, durante uma semana, uma espécie de capital brasileira da música. E quem ganha é o público, que tem a chance de conhecer de perto os mais diversos criadores e suas criações surpreendentes.”

Reproduzido do Site Oficial

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PROGRAMAÇÃO COMPLETA (CLICK PARA VER MAIOR):

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Site Oficial: http://festivalbananada.com.br//

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APERITIVOS – OUÇA QUEM VEM PRO BANANADA 2016: