“Todo mundo é igual quando a vida termina: com terra em cima e na horizontal.” – NA JUKEBOX: “A BANCA DO DISTINTO”, COM ELZA SOARES [WEBRADIO ACASADEVIDRO]

Elza

A BANCA DO DISTINTO

Na interpretação de Elza Soares

“Não fala com pobre, não dá mão a preto
Não carrega embrulho
Pra que tanta pose, doutor?
Pra que esse orgulho?
A bruxa que é cega esbarra na gente
E a vida estanca
O enfarte lhe pega, doutor
E acaba essa banca
A vaidade é assim, põe o bobo no alto
E retira a escada
Mas fica por perto esperando sentada
Mais cedo ou mais tarde ele acaba no chão!
Mais alto o coqueiro, maior é o tombo do coco afinal
Todo mundo é igual quando a vida termina
Com terra em cima e na horizontal.”

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